"DESGOVERNO"
Denuncia Mídia Brasileira
► As palavras estão sendo usadas sem peias no PIG: "a má qualidade da gestão do governo Lula/Dilma levou ao 'apagão' desta noite/início de madrugada de 10-11/11/09". ESCÂNDALO!
Vejam a cobertura:
Energia começa voltar nos EUA e no Canadá
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| Filas imensas se formaram em frente a telefones públicos |
A energia começa a voltar lentamente às sete cidades americanas e canadenses afetadas pelo maior blecaute da história dos dois países, mas o restabelecimento total ainda deverá levar horas, se não dias.
A rede de energia caiu em Nova York, Detroit, Cleveland, Chicago, Toronto, Ottawa e Toledo por volta de 16h da quinta-feira (17h no horário de Brasília), quando milhões de pessoas estavam prestes a deixar o trabalho.
Estima-se que 50 milhões de pessoas tenham sido afetadas pelos apagões.
Em Nova York, a cidade mais afetada, o transporte público ainda não está funcionando e milhares de pessoas que moram fora de Manhattan ainda não conseguiram voltar para casa.
Os que puderam foram andando para casa, transformando as pontes de Nova York em verdadeiras passarelas.
Sem semáforos, o trânsito virou um caos. O blecaute também provocou o fechamento do túnel Detroit-Windsor, usado por cerca de 27 mil veículos diariamente.
Trens, elevadores, metrôs e prédios de escritórios ficaram sem eletricidade.
Bom senso
O prefeito da cidade, Michael Bloomberg, disse esperar que a energia esteja de volta pela manhã desta sexta-feira.
Até lá, Bloomberg pediu "bom senso" aos nova-iorquinos. "Encare isso como um dia de neve. Olhe pela jenala e ouça o rádio. Tirar o dia de folga não seria ruim."
A expectativa é que as Bolsas – que haviam acabado de encerrar as operações quando caiu a rede de energia – operem normalmente.
Causa
Autoridades americanas e canadenses divulgaram versões divergentes sobre o que pode ter provocado os apagões.
O governo canadense afirma que tudo começou do lado americano, mas divulgou pelo menos três hipóteses diferentes: primeiro, a de incêndio em uma estação elétrica perto da cidade de Niagara, no Estado de Nova York; depois, um incêndio provocado por um relâmpago, também em Niagara; e, por último, um incêndio em uma usina na Pensilvânia.
Um porta-voz do governador de Nova York disse, no entanto, que as autoridades americanas investigam a possibilidade de que problemas na transmissão de energia do Canadá tenham provocado o blecaute.
De qualquer forma, os dois países que usam a mesma rede de energia – trataram o incidente como uma falha no sistema, e não como um ato de sabotagem.
Terrorismo
O presidente americano, George W. Bush, foi a público para dizer que o blecaute não estava relacionado à nenhuma ação terrorista e afirmou que o país está melhor preparado para lidar com uma emergência do que estava há dois anos e meio.
Em Nova York, no entanto, a declaração do presidente não impediu que o caos na cidade trouxesse lembranças dos ataques de 11 de setembro de 2001.
"De repente você começa a pensar em 11 de setembro", afirmou à agência de notícias Reuters a enfermeira Mary Horan, que estava em um grupo de pessoas que ficaram desalojadas durante a noite.
O correspondente da BBC em Nova York, John Terret, afirma, porém, que de uma forma geral o clima na cidade não era de pânico.
As pessoas saíram de prédios e trens de forma relativamente organizada e, segundo os serviços de emergência em Nova York, não há relatos de feridos durante os trabalhos de evacuação de prédios e trens.
Ainda assim, a polícia e o Corpo de Bombeiros – que afirmaram não ter havido registros de incêndios ou atividades criminosas – chamaram todos os seus funcionários ao trabalho.
Terret diz que Nova York tem uma história de apagões e as autoridades vinham pedindo havia dias para a população economizar energia.
Alto verão
A situação tem sido ainda mais difícil por causa das altas temperaturas registradas em Nova York e Toronto.
Gabriela Mira, de 40 anos, e a filha dela de seis meses esperaram por um longo tempo para usar um telefone público.
"Eu tive de sair de casa. Estava escuro, tudo parou de funcionar, e eu fiquei com medo. Sem ar condicionado, sem telefone. E está tão quente", afirmou.
O correspondente da BBC em Toronto, Lee Carter, disse que foi registrada na cidade uma situação semelhante à verificada em Nova York – caos no trânsito, em escritórios e nas ruas.
Também foram registrados problemas em trens, elevadores, semáforos e até mesmo os telefones celulares deixaram de funcionar.
Segundo as autoridades americanas, nove reatores nucleares em quatro Estados americanos foram fechados por medida de segurança.
Em Ottawa, capital do Canadá, foram registrados saques em meio à escuridão.
Toronto, a maior cidade do país – com 2 milhões de habitantes – o trânsito também ficou bastante problemático.
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► Ih, rapaiz... publiquei a notícia da BBC sobre o último grande apagão dos irmãos do norte.... 50 milhões de pessoas, DIAS de confusão. É...
Aqui, por algumas HORAS em horário quase morto, é o bastante pro PIG se descabelar e detonar o melhor governo da História do Brasil. Aqui em Belo Horizonte, teve um pique e oscilação na volta da energia, coisa de menos de UM MINUTO. E listavam MG como um estado apagado. Até na RECORD NEWS. [Decepção extrema!]
Midia CALHORDA!
► E o Fernandinho Rodrigues, da FSP em seu blog do UOL, estava excitadíssima, vejam isto:
08h29 - 11/11/2009
Apagão: efeito eleitoral depende da extensão do problema
- sob FHC, em 1999 e 2001, houve falha gerencial e pouca água nos reservatórios
- custo do apagão/racionamento em 2001 foi de R$ 45,2 bi e eleitor ficou irritado
- governo Lula e Dilma podem perder o discurso da boa capacidade gerencial [desejo insano e incontrolável do comentarista da FSP...- nota do Saggio]
É muito cedo para prever o efeito eleitoral do apagão de ontem (10.nov.2009). Tudo vai depender da extensão do problema.
Em 1999 e em 2001, quando ocorreram grandes apagões, o custo eleitoral foi para as costas do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). O sistema elétrico era frágil e o volume de água nos reservatórios das usinas hidrelétricas estava muito abaixo dos seus níveis históricos. Foi preciso impor aos brasileiros um racionamento de energia.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) explorou ao máximo o tema na campanha de 2002. O petista não foi eleito apenas por causa dos apagões de FHC. Mas essa incapacidade gerencial tucana certamente ajudou bastante a tornar possível a vitória lulista.
É fácil entender a razão. Segundo o TCU (Tribunal de Contas da União), o custo do apagão elétrico de 2001 foi R$ 45,2 bilhões, de acordo com uma contabilização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Quem pagou a maior parte foram os contribuintes brasileiros, de maneira direta: R$ 27,12 bilhões acabaram sendo cobrados nas contas de energia residenciais e comerciais. Como se sabe, há uma regra imutável na política: eleitor com menos dinheiro no bolso quase sempre prefere votar na oposição.
Agora, entretanto, há uma grande diferença em relação há 10 anos: os reservatórios de água das usinas hidrelétricas estão em níveis muito mais altos do que no final do governo FHC. Ou seja, o risco de blecautes por causa de falta de capacidade de geração de energia é menor hoje em relação ao que foi há uma década.
O problema parece ser mais de deficiência gerencial –sem contar as nunca totalmente explicadas vulnerabilidades do sistema elétrico brasileiro. Em 11 de março de 1999, às 22h16, um raio teria caído numa subestação de energia em Bauru (SP) e 50 milhões de brasileiros ficaram no escuro em 10 Estados. Ontem, às 22h14, um problema de transmissão de Itaipu teria ocorrido e 15 Estados mais o Paraguai ficaram sem energia.
Em resumo, é quase uma teoria do caos (aquela da borboleta que bate as asas na Austrália e causa um furacão nos Estados Unidos). Se de fato essa fragilidade existe no sistema de energia brasileiro, trata-se de um absurdo incompatível com um país que em alguns anos será a 5a maior economia do planeta, como Lula e seus assessores vivem a dizer.
Há também uma coincidência entre o apagão de ontem e a reportagem da rede de TV norte-americana CBS, no domingo, afirmando que o Brasil está sujeito a ataques de hackers no seu sistema de energia. Todas as autoridades no Brasil negam, mas ninguém dá uma boa resposta aos argumentos técnicos apresentados pela TV dos EUA. Aqui, a reportagem da CBS.
Outro aspecto político ruim do apagão é a demora para surgir alguma explicação verdadeira, crível e plausível. Itaipu, empresa estatal federal, divulgou ontem nota afirmando que o apagão foi causado “por efeito dominó”. Hoje (11.nov.2009) há a promessa de esclarecimentos completos sobre a razão da falta de energia.
Só o fato de o Brasil ter acordado nesta quarta-feira sem saber direito a causa do apagão já é alarmante. Países cujas condições climáticas são muito mais adversas –o norte dos EUA e o Canadá, por exemplo– não sofrem de quedas de energia generalizadas como as brasileiras. Há blecautes em cidades, mas dificilmente ocorre um incidente cujo resultado é deixar o país quase inteiro sem luz. O último grande apagão nos EUA (considerado o maior da história por lá) foi em 14.ago.2003. Naquela data, cerca de 45 milhões de pessoas ficaram sem energia (ou seja, menos do que o número de brasileiros no escuro ontem).
Não adianta o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, aparecer para as câmeras de TV dizendo que o sistema elétrico brasileiro é um dos mais seguros do mundo. Ontem, 60 milhões de brasileiros, pelo menos, constataram na prática que as coisas não são bem assim.
É evidente que o uso eleitoral desse tipo de episódio dependerá da consistência do fornecimento de energia nos próximos dias e semanas. Se, de fato foi uma fatalidade inusitada, um novo inacreditável “raio de Bauru”, sem conseqüências futuras, a oposição não terá muito a ganhar se quiser explorar o assunto.
Mas se ficar comprovada a incapacidade gerencial do governo Lula para prevenir o país desses apagões, as coisas ficam mais complicadas para a pré-candidata a presidente Dilma Rousseff. Aliás, Dilma começou no governo Lula como ministra da Minas e Energia. Hoje, na Casa Civil, comanda a execução da obras de infra-estrutura do país. Ficará prejudicada a imagem de boa gerente/administradora que ela sempre propagou para si própria.
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► Primor de torcida desesperada, esta do Fernandinho Rodrigues... e eu estou com o EDU GUIMARÃES e não abro:
Análise política
Teoria conspiratória

Fiquei impressionado com a eficiência da imprensa. Às três da manhã, quando a energia elétrica retornou, havia montes de matérias nos portais de internet sobre um “apagão” que se abateu sobre vários Estados do Sul e do Sudeste no fim da noite de ontem. E os jornais todos saem hoje com matérias amplas sobre o assunto.
Detalhe: a falta de luz começou depois das 22 horas, muito próximo do fechamento das edições do principais jornais do país, que mostraram-se incrivelmente mobilizados para coberturas tão emergenciais. Pareceu até haver um esquema de “cobertura” muito bem montado.
O termo “apagão”, que foi o que vi no G1 e no UOL, deverá ser generalizado e explorado à farta pela mídia. Ela tentará vincular um episódio isolado e desencadeado por causa desconhecida ao racionamento de energia que ocorreu no fim do governo Fernando Henrique Cardoso devido a falta de investimentos em geração de energia naquela época.
A exploração de um episódio isolado, porém, terá vida curta... Mas será que terá mesmo? E se o episódio não for isolado e outros apagões misteriosos voltarem a ocorrer?
Chama atenção, assim, como os portais da grande mídia parecem ter organizado um plantão especial nas redações de ontem para hoje. Há uma fartura de informações em matérias longas que, repito, parecem ter precisado de um poderoso aparato jornalístico para ser produzidas
A colunista Eliane Cantanhêde, da Folha de São Paulo, por exemplo, em plena madrugada produziu uma conversinha sobre “empurra-empurra entre Itaipu e Furnas”. Eu poderia jurar que a matéria estava pronta quando acabou a luz em metade do país.
Aí entra em cena informação divulgada pelo jornal paraguaio ‘ABC Color’ de que a primeira peça que caiu no dominó elétrico seria... de São Paulo.
Claro que tudo pode não passar de teoria conspiratória minha, mas é bom ficarmos atentos. Já imaginaram que maravilha seria, para certos grupos políticos, se outros episódios como esse continuassem acorrendo? Haveria como dizer, no ano que vem, que Lula também produziu um apagão como o do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
É por isso que quero recomendar ao menos ao Ministério das Minas e Energia que investigue a fundo as causas desse apagão supostamente desencadeado em São Paulo. Acredito que alguns políticos são capazes de “pisar no pescoço” de qualquer um que ameace o sucesso de seus projetos políticos, como sempre diz Ciro Gomes.
Aliás, bom mesmo seria pôr a Polícia Federal na parada. Sabotadores de linhas de transmissão podem ser contratados e poderiam agir com facilidade num país como o nosso. Sucessivos cortes de energia são tudo o que certa oposição descerebrada poderia querer no momento em que afunda nos próprios dejetos.
Escrito por Eduardo Guimarães às 04h49____
► FORA PIG, PSDB-DEMO-PPS. Fora canalhas vendilhões da Pátria e do Povo!
DILMA 2010!
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Marcadores: apagão, blackout, midia canalha, partido da midia, pig
# posted by Werner Piana : 13:06
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EDU GUIMARÃES
DISSE TUDO:
► Direto do
CIDADANIA.COM:
A ‘desculpa’ do estuprador
Alonga-se o caso da estudante da Uniban devido a uma postura estarrecedora não da direção da instituição, mas dos alunos, daquela massa humana que por pouco não estuprou e surrou a moça no dia dos fatos – provavelmente, graças à chegada da polícia.
O assunto não morreu porque os alunos vêm dando entrevistas sem mostrar arrependimento. Poderiam reconhecer o erro e receber Geisy com um pedido de desculpas. Fariam bonito, demonstrariam generosidade. Mas não, preferem o orgulho burro que cada vez os afunda mais.
Alguns deles, e as pessoas que os apóiam, porém, fazem pior do que o conjunto daquela horda misógina que atacou Geisy Arruda. Ao criticarem-na, atribuindo-lhe a culpa primordial pelo ataque que sofreu, emulam o argumento com que todo estuprador procura justificar os ataques às suas vítimas.
O que aconteceu na Uniban, no último dia 22, convencionou-se chamar de “bullying”, termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo – ou grupo de indivíduos – incapaz de se defender.
Todavia, entendo que esse caso do vestido cor-de-rosa assemelha-se mais a um estupro, sobretudo pelas justificativas dos agressores e de seus simpatizantes assumidos e dissimulados, de que Geisy “pediu por aquilo” devido à sua forma de se vestir e de andar.
Nunca ocorre a essa gente que a sensualidade muitas vezes é tão pulsante naquela pessoa que ela não a exala de forma completamente premeditada, ainda que nada faça para contê-la. Jamais lhes ocorre que ser sensual não é um convite a qualquer um para fazer sexo. Sensualidade é como a beleza, a feiúra, a bondade ou a maldade: faz parte do indivíduo.
É assim, porém, que os estupradores se defendem. “Ela pediu por aquilo com suas roupas indecentes, com seu rebolado insinuante, com suas gargalhadas altas, com seu rosto pintado, com sua forma de tratar os homens...”.
Não, ela NÃO pediu. Não poderia. Essa é uma ilação. Uma conclusão própria baseada nas próprias convicções de quem a formulou. É cinismo, falta de caráter, autoritarismo, insensibilidade, egoísmo, uma arrogância sem par querer definir o que o outro sente ou pensa, ainda mais sem conhecê-lo.
Estupro deve ser o crime social mais antigo de todos e a humanidade não consegue eliminá-lo. O caso do vestido cor-de-rosa explica por quê.
Escrito por Eduardo Guimarães às 20h00
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Marcadores: ignorância, taliban brasil, uniban
# posted by Werner Piana : 21:07
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