10 Novembro 2009
UNI(tali)BAN x vestido cor-de-rosa...
EDU GUIMARÃES
DISSE TUDO:
► Direto do
CIDADANIA.COM:
A ‘desculpa’ do estuprador
Alonga-se o caso da estudante da Uniban devido a uma postura estarrecedora não da direção da instituição, mas dos alunos, daquela massa humana que por pouco não estuprou e surrou a moça no dia dos fatos – provavelmente, graças à chegada da polícia.
O assunto não morreu porque os alunos vêm dando entrevistas sem mostrar arrependimento. Poderiam reconhecer o erro e receber Geisy com um pedido de desculpas. Fariam bonito, demonstrariam generosidade. Mas não, preferem o orgulho burro que cada vez os afunda mais.
Alguns deles, e as pessoas que os apóiam, porém, fazem pior do que o conjunto daquela horda misógina que atacou Geisy Arruda. Ao criticarem-na, atribuindo-lhe a culpa primordial pelo ataque que sofreu, emulam o argumento com que todo estuprador procura justificar os ataques às suas vítimas.
O que aconteceu na Uniban, no último dia 22, convencionou-se chamar de “bullying”, termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo – ou grupo de indivíduos – incapaz de se defender.
Todavia, entendo que esse caso do vestido cor-de-rosa assemelha-se mais a um estupro, sobretudo pelas justificativas dos agressores e de seus simpatizantes assumidos e dissimulados, de que Geisy “pediu por aquilo” devido à sua forma de se vestir e de andar.
Nunca ocorre a essa gente que a sensualidade muitas vezes é tão pulsante naquela pessoa que ela não a exala de forma completamente premeditada, ainda que nada faça para contê-la. Jamais lhes ocorre que ser sensual não é um convite a qualquer um para fazer sexo. Sensualidade é como a beleza, a feiúra, a bondade ou a maldade: faz parte do indivíduo.
É assim, porém, que os estupradores se defendem. “Ela pediu por aquilo com suas roupas indecentes, com seu rebolado insinuante, com suas gargalhadas altas, com seu rosto pintado, com sua forma de tratar os homens...”.
Não, ela NÃO pediu. Não poderia. Essa é uma ilação. Uma conclusão própria baseada nas próprias convicções de quem a formulou. É cinismo, falta de caráter, autoritarismo, insensibilidade, egoísmo, uma arrogância sem par querer definir o que o outro sente ou pensa, ainda mais sem conhecê-lo.
Estupro deve ser o crime social mais antigo de todos e a humanidade não consegue eliminá-lo. O caso do vestido cor-de-rosa explica por quê.
Escrito por Eduardo Guimarães às 20h00
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Marcadores: ignorância, taliban brasil, uniban
# posted by Werner Piana : 21:07
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06 Novembro 2009
importante
DEMOUROU
SIM AO PLC 122/2006
► Do
Azenha:
Contra a homofobia, vote!
Atualizado em 06 de novembro de 2009 às 12:50 | Publicado em 06 de novembro de 2009 às 12:47
O site do Senado Federal está realizando uma enquete sobre o projeto de lei 122/2006 que torna crime o preconceito contra homossexuais.
Ás 12h22, 502.555 já haviam votado; 60%, contra.

Anibal Guimarães, do movimento GLBT, manda este recado:
Caríssim@samig@s,
Por favor, divulgue a enquete em suas listas, peça às pessoas de seu círculo de amizades para votar a favor. Obrigado.
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Marcadores: sim plc 122/2006, vote
# posted by Werner Piana : 13:24
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depois da vergonha do Finados (FHC),
HERÓI ESQUECIDODia do Herói Brasileiro
► Do
Nassif:
05/11/2009 - 17:00 Por Marco Nascimento
Olha, achei a data:
12 de junho! Dia dos namorados. Podia ser o Dia do Capitão Sérgio.
Do Blog Mídia Independente
Por WB 15/06/2008 às 18:16
Sérgio era admirado por indianistas como os irmãos Vilas-Boas e o médico Noel Nutels. Foi amigo de caciques como Raoni, Kremure, Megaron, Krumari e Kretire. Os índios o chamavam “Nambiguá caraíba” (homem branco amigo). Aos 37 anos, Sérgio Macaco (como era conhecido na Aeronáutica) já tinha seis mil horas de vôo e 900 saltos em missões humanitárias, de resgate e socorro em geral. Todavia o tipo de tarefa que lhe seria proposta ali pelos oficiais não era nem um pouco digna ou solidária.
Dia 12 de junho de 1968, o capitão para-quedista Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho, convocado a uma reunião, foi recebido no gabinete do ministro da Aeronáutica pelos brigadeiros Hipólito da Costa e João Paulo Burnier, que viria a se tornar conhecido como torturador e assassino.
Sérgio era admirado por indianistas como os irmãos Vilas-Boas e o médico Noel Nutels. Foi amigo de caciques como Raoni, Kremure, Megaron, Krumari e Kretire. Os índios o chamavam “Nambiguá caraíba” (homem branco amigo). Aos 37 anos, Sérgio Macaco (como era conhecido na Aeronáutica) já tinha seis mil horas de vôo e 900 saltos em missões humanitárias, de resgate e socorro em geral. Todavia o tipo de tarefa que lhe seria proposta ali pelos oficiais não era nem um pouco digna ou solidária.
" O senhor tem quatro medalhas por bravura, não tem?" indagou Burnier.
Sérgio respondeu afirmativamente. Então o brigadeiro continuou:
"Pois a quinta, quem vai colocar no seu peito sou eu" fez uma pausa. " Capitão, se o gasômetro da avenida Brasil explodir às seis horas da tarde, quantas pessoas morrem?"
Achando que a pergunta se referia apenas à remota hipótese de um acidente na cidade do Rio de Janeiro, Sergio respondeu:
" Nessa hora de movimento, umas 100 mil pessoas. "
Foi nesse momento que os dois brigadeiros começaram a explicar um terrível plano terrorista das Forças Armadas e qual deveria ser a participação de Sérgio. Os dois propuseram que ele, acompanhado por outros para-quedistas, colocasse bombas na porta da Sears, do Citibank, da embaixada americana, causando algumas mortes. Em seguida viria a grande carnificina: queriam que dinamitasse a Represa de Ribeirão das Lajes e, simultaneamente, explodisse o gasômetro. As cargas, de efeito retardado, seriam colocadas pelo capitão Sérgio, que depois ficaria aguardando, no Campo dos Afonsos, o surgimento duma grande claridade. Aí ele decolaria de helicóptero e aportaria no local da tragédia posando de bonzinho, prestando socorro a milhares de feridos e recolhendo mortos vítimados pela ação da própria Aeronáutica.
Colocariam a culpa nos grupos esquerdistas que lutavam contra a ditadura. Sérgio seria tido como herói por salvar as supostas vítimas dos “comunistas” e receberia sua quinta medalha, enquanto a ditadura teria um pretexto para aumentar a repressão a socialistas e democratas.
O capitão se negou a participar de uma ação tão vil. Declarou corajosamente aos bandidos fardados:
" O que torna uma missão legal e moral não é a presença de dois oficiais-generais à frente dela, o que a torna legal é a natureza da missão."
Outros em seu lugar simplesmente encolheriam os ombros e obedeceriam aos superiores, iriam se desculpar dizendo que estavam apenas “cumprindo ordens”. Mas Sérgio era ético, íntegro, não tinha obediência cega a ninguém, seguia acima de tudo sua consciência e valores. Era um homem de verdade: denunciou o plano diabólico e evitou aquela que seria a maior tragédia da nossa história.
Foi perseguido pela ditadura, discriminado, removido para o Recife, reformado na marra aos 37 anos, cassado pelo AI-5 e pelo Ato Complementar 19, curtiu prisão… só não puderam quebrar-lhe integridade e honra, sua firmeza de ser humano. Sérgio se recusou a ser anistiado. “Anistia-se a quem cometeu alguma falta”, costumava dizer. “Não posso ser anistiado pelo crime que evitei”.
Em 1970, necessitando de um tratamento de coluna, aconselharam-no a não se internar em unidade militar, pois certamente seria assassinado lá dentro. Graças ao jornalista Darwin Brandão, com auxílio do médico Sérgio Carneiro, o capitão acabou sendo tratado clandestinamente no Hospital Miguel Couto.
Nos anos 90, o Supremo Tribunal Federal determinou indenização e promoção de Sérgio a brigadeiro. Tal sentença dependia, porém, da assinatura de Itamar Franco. Itamar, como se sabe, não é nenhum modelo de virtude e, não por acaso, foi vice do corrupto Fernando Collor de Mello, que foi prefeito biônico de Maceió durante a ditadura e se criou politicamente graças ao regime militar…
Por seis meses, o presidente Itamar Franco mesmo sabendo que Sérgio estava acometido de um câncer terminal no estômago guardou, na gaveta, a sentença do STF favorável ao capitão. Só a assinou três dias depois da morte do herói ocorrida em 4 de fevereiro de 1994.
Sérgio Ribeiro Miranda de Carvalho (cuja história é narrada no documentário “O Homem que disse Não” do diretor francês Olivier Horn) foi enterrado no cemitério São Francisco Xavier no Caju sem honras militares. É lembrado, entretanto, por todos aqueles que valorizam vida, ética, honestidade, coragem. Sérgio provou que, ao contrário do que muitos dizem, uma pessoa pode mudar a História: cada um de nós faz diferença no mundo.
Autor: luisnassif - Categoria(s): Brasileira► E o seo itamar, hein? Que figurinha nojenta!
Não é à toa que esteve com Collor, criou FHC, vive falando mal do governo Lula e agora tá na linhazinha auxiliar da canalha demo-tucana do pps. Desprezível!
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Marcadores: ditadura, HERÓI, insanidade, Sergio Macaco
# posted by Werner Piana : 05:50
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03 Novembro 2009
O RETORNO DA MÚMIA NO FINADOS...
INACREDITÁVELMALDITO SAI DA TUMBA
► E espalha sua podridão, seus excrementos pelas páginas do PIG Brasil afora. Seria trágico se patético não fosse. VADE RETRO, Fernando MALDITO Henrique Cardoso! Não voltarás, o Povo ainda não se esqueceu...
Da Agência Carta Maior, Caroni e Sader:
Um réquiem para FHC
O texto do ex-presidente tucano, publicado em vários jornais no domingo, revela um erro de cálculo político sem precedentes. Contrariando seus aliados, que desejavam vê-lo distante da campanha do PSDB para presidente em 2010, FHC trouxe para o próximo pleito a comparação entre as políticas de seu governo e as do governo Lula: a única polarização que a direita não queria. Imaginando-se um estrategista, virou um fardo pesado para as possíveis candidaturas de José Serra e de Aécio Neves. O artigo é de Gilson Caroni Filho.
Gilson Caroni Filho
As palavras são as armas. E foi acreditando em sua capacidade de manejá-las com destreza que Fernando Henrique Cardoso tentou atacar o presidente Lula em seu artigo publicado no jornal O Globo, do último domingo. Em sua vaidade desmedida, imaginava-se escrevendo um texto inaugural, um manifesto histórico capaz de desvendar a cena política, retirando a oposição do estado letárgico em que se encontra. O efeito foi exatamente o contrário.
O texto mal escrito, sem sentido em muitos parágrafos, revela um erro de cálculo político sem precedentes. Contrariando seus aliados, que desejavam vê-lo distante da campanha do PSDB para presidente em 2010, FHC trouxe para o próximo pleito a comparação entre a política econômica do governo e a da gestão petista: a única polarização que a direita não queria. Imaginando-se um estrategista, virou um fardo pesado para as possíveis candidaturas de José Serra e de Aécio Neves. Triste para o prestigiado sociólogo, deplorável para o experiente político.
Comparações são ociosas, mesmo porque cada polemista tem o seu tempo na história. Mas não é de hoje que o sonho do“"príncipe dos sociólogos" é ser um Carlos Lacerda redivivo. Vê a si próprio como um panfletário versátil e demolidor, capaz de usar as palavras como metralhadoras giratórias nas mãos de um guerrilheiro. O problema é que seu estilo é tosco e seus escritos ininteligíveis. Não é capaz de açular os medos da classe média, mesmo usando os velhos ingredientes que vão da ameaça de uma república sindicalista a um quadro incontrolável de corrupção. Não aprendeu que, sem o apoio das bases sociais que o acompanham, seu suposto prestígio pessoal conta pouco.
Para criar condições de instabilidade superestrutural não bastam editoriais, artigos e noticiários de jornalistas de direita. É preciso que as classes dominantes se encontrem excepcionalmente reunidas em torno de um só objetivo. Para isso, do outro lado, tem que haver um governo fragilizado, com escassa base de apoio, incapaz de promover crescimento econômico com redistribuição de renda. Reeditar uma“"Marcha da Família com Deus, pela liberdade" não é o troféu fácil que o voluntarismo pedante imagina.
Quando escreve que "é possível escolher ao acaso os exemplos de "pequenos assassinatos". Por que fazer o Congresso engolir, sem tempo para respirar, uma mudança na legislação do petróleo mal explicada, mal-ajambrada? Mudança que nem sequer pode ser apresentada como uma bandeira "nacionalista", pois, se o sistema atual, de concessões, fosse "entreguista", deveria ter sido banido, e não foi. Apenas se juntou a ele o sistema de partilha, sujeito a três ou quatro instâncias político-burocráticas para dificultar a vida dos empresários e cevar os facilitadores de negócios na máquina pública", seu objetivo é tão claro como raso.
É uma volta ao passado como farsa. Aos tempos em que os nacionalistas lutavam por uma solução independente para extração e refino do petróleo, de importância estratégica para o desenvolvimento do país, enquanto os entreguistas definiam-se abertamente pela exploração do produto pelo capital estrangeiro. Claro que estamos tratando de realidades distintas no tempo e no espaço, mas a motivação da direita é idêntica. E é a ela que a inspiração de FHC se dirige, inebriado como se cavalgasse uma fulgurante carreira política. O desespero e o patético andam sempre de mãos juntas. Ainda mais se lembramos "quem cevou os facilitadores de negócios na máquina pública" no período que vai de 1994 a 2002.
Criticando o que chama de "autoritarismo popular", o candidato a polemista prossegue: "Devastados os partidos, se Dilma ganhar as eleições sobrará um subperonismo (o lulismo) contagiando os dóceis fragmentos partidários, uma burocracia sindical aninhada no Estado e, como base do bloco de poder, a força dos fundos de pensão. Estes são "estrelas novas". Surgiram no firmamento, mudaram de trajetória e nossos vorazes, mas ingênuos capitalistas recebem deles o abraço da morte. Com uma ajudinha do BNDES, então, tudo fica perfeito: temos a aliança entre o Estado, os sindicatos, os fundos de pensão e os felizardos de grandes empresas que a eles se associam."
A recorrência aos riscos de uma república sindicalista mostra a linhagem golpista do artigo de FHC, mas a falta de prudência, indispensável para quem pensa estar escrevendo um novo Manifesto dos Coronéis, leva a indagações. O autoritarismo de mercado, marca do seu mandato, é exemplo de democracia? A era da ligeireza econômica, da irresponsabilidade estatal ante a economia fortalecia as instituições do Estado Democrático de Direito? Ou não seria exatamente o oposto? Um bloco de poder composto pelo agronegócio, grandes corporações midiáticas e uma burguesia desde sempre associada, que privilegiava a ampliação crescente das margens de lucro, ignorando os custos sociais que isso implicava. Qual a autoridade política do ex-presidente para interpelar o atual?
O que foi seu governo senão uma tentativa desastrosa de adaptar o aparelho de Estado às exigências criadas pelo neoliberalismo, contendo, a todo custo, as reivindicações dos trabalhadores do campo e da cidade? No final, com uma impopularidade recorde, a superestrutura política entrou em crise e os aliados contemplaram a rota de afastamento. É a isso que FHC nos convida a voltar?
Outra observação interessante pode ser extraída desse trecho: "Por que tanto ruído e tanta ingerência governamental numa companhia (a Vale) que, se não é totalmente privada, possui capital misto regido pelo estatuto das empresas privadas?". Aqui, o lacerdista frustrado ultrapassou qualquer limite da sensatez. Abriu o flanco, ao permitir a inversão da pergunta que faz.
Como destacaram, em 1997, Cid Benjamim e Ricardo Bueno, no "Dossiê da Vale do Rio Doce", "o Brasil levou 54 anos para construir e amadurecer esse gigantesco complexo produtivo. O governo FHC pretende vendê-lo, recebendo no leilão uma quantia que corresponderá, mais ou menos a um mês de juros da dívida interna". Em maio daquele ano, a Vale foi vendida pelo governo federal por R$ 3,3 bilhões. Em 2007, seu valor de mercado estava em torno de R$103 bilhões. Em nenhum outro período a máquina estatal foi usada para transferir recursos públicos para o capital privado como nos dois governos do tucanato. Foi a esse continuísmo que a população deu um basta em outubro de 2002.
O que se pode depreender das linhas escritas pelo tucano que queria ser corvo? FHC se especializou na arte do embarque em canoas onde o lugar do náufrago está antecipadamente destinado ao canoeiro de ocasião. Julgava estar redigindo um artigo que funcionaria como divisor de águas. Mas afundou junto com ele. Escreveu o seu próprio réquiem, levando junto velhos próceres do PSDB. Um trabalho e tanto. Extremamente apropriado para leitura no dia 2 de novembro.
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02/11/2009
Mensagens para FHC
FHC está carente. Já no segundo turno das eleições presidenciais de 2006, para tentar, desesperadamente, não perder, Alckmin tinha renegado as privatizações e outras proezas do governo FHC. Agora Roberto Freire quer passar a idéia de que a política econômica de Serra não seria a mesma de FHC. Na mesma linha, sabendo que a inevitável comparação entre os oito anos do governo de FHC com os oito anos do governo Lula, será devastadora para o bloco tucano-demo, Aécio diz que nao será anti-Lula, mas pós-Lula.
Toda essa tentativa de fazer como se o governo FHC não tivesse existido ou que não tivesse nada a ver com os mesmos partidos opositores de hoje, deixa FHC carente.
Mandem uma mensagem para FHC.
A minha é: prepare o balanco do seu governo, para confrontá-lo com o do governo Lula e deixe o povo decidir que futuro quer para o Brasil.
Mandem vocês as mensagens, aqui todo muito diz o que quer. Mandem, ele merece.
Postado por Emir Sader às 17:08
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► As coisas falam por si. FHC e seus herdeiros, NUNCA MAIS! Só se derem um golpe, canalhada!
Do PHA:

Quem será Stanley Burburinho, o implacável caçador de corruptos ?
O Conversa Afiada reproduz comentário de Stanley Burburinho, publicado, antes, no Blog do Nassif .
Clique aqui para ler a agressiva carta-testamento que FHC escreveu no PiG, antes de se precipitar no ostracismo .
Note o amigo navegante que foi o Conversa Afiada que denunciou o investimento do instituto do Farol nos fundos do Dantas, o “brilhante”, aquele passador de bola apanhado no ato de passar bola.
Quem passou a informação ao Conversa ?
Stanley Burburinho ?
Por falar nisso: quem será Stanley Burburinho ?
Stanley Burburinho disse:
1/11/2009 às 14:43
1 – O FHC deve ter escrito esse texto depois de ficar sabendo que:
“01/11/2009 – 14:00
Os cotistas do Opportunity Fund
Por Aline
Nassif. Esta noticia nao deveria passar despercebida no blog:
Folha de S.Paulo – PF identifica cotistas de fundo de Dantas – 31/10/2009
… fundo de Dantas Polícia Federal termina busca pelos nomes de todos os investidores brasileiros do Opportunity Fund, alvo de investigação Maior parte de investidores deve … REPORTAGEM LOCAL A Polícia Federal terminou a identificação dos cotistas brasileiros do Opportunity Fund, apontado pelas autoridades como instrumento de operações financeiras …”
http://colunistas.ig.com.br/luisnassif/2009/11/01/os-cotistas-do-opportunity-fund/
O que dirá o Instituto FHC sobre as aplicações no Opportunity ?
2 – Segundo as investigações da Satiagraha o Instituto Fernando Henrique Cardoso foi flagrado pela PF como um dos cotistas do Opportunity Fund do Dantas. Essa pode ser a explicação do texto raivoso do FHC sobre o Lula:
“1/junho/2009 8:15
Se o Instituto de um ex-presidente aproveitasse da sua “amizade” com o dono de um fundo off-shore para fazer aplicações com alta rentabilidade seria ilegal? Seria, porque o instituto é uma entidade sem fins lucrativos e como tal não paga imposto de renda nem um sem número de outros impostos.
Agora, uma empresa brasileira, com fins lucrativos pode aplicar nessa mesma off-shore? Não! Também seria ilegal pois não é recolhido impostos aqui.
Vejam então um caso em que um Instituto criado aqui aplica no fundo off-shore do Opportunity, cometendo assim inúmeros crimes.”
http://www.paulohenriqueamorim.com.br/?p=11526
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► Leia também no PHA, "rasgando a fantasia" ...
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Marcadores: canalha tucano, fhc, maldito fhc, mentiroso, tenebroso, vendido
# posted by Werner Piana : 06:40
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30 Outubro 2009
TÁ NA HORA...
Já é...CONSCIÊNCIA HUMANA
Prá começar bem o fim-de-semana.
ACORDA BRASILEIRO!
► Do
Vermelho.org:
29 de Outubro de 2009 - 19h21 Investigação sobre armas é chave para combate à violência urbana
Para Alba Zaluar, uma das maiores especialistas sobre violência no Brasil, a falta de investigação sobre os atos das policias (militar, civil, federal) e do Exército em todo o país torna o combate a violência pouco efetivo e não ataca o fornecimento de arma para traficantes.
A falta de investigação sobre os atos ilícitos das policias (Militar, Civil, Federal) e do Exército em todo o país torna o combate a violência pouco efetivo e não ataca uma das raízes do problema: o fornecimento de arma para traficantes. A avaliação é da antropóloga Alba Zaluar, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e uma das maiores especialistas do tema no Brasil.
“Os moradores de favela que entrevistamos sempre informaram que 'são os policiais que trazem as armas'. Ex-traficantes que também entrevistamos disseram que tinham alguns policiais que emprestavam armas em troca de algum pagamento que era feito na divisão do roubo”, conta ela, que participa do 33º Encontro Anual da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs).
Segundo ela, as entrevistas mostram que não há preocupação das Forças Armadas e da Polícia Militar em investigar quem leva armas para os traficantes. “Nunca fizeram um investigação séria para desmantelar isso”, aponta. “Imaginar que essa questão vai se resolver colocando um soldado em cada ponto da fronteira é besteira. Fronteira é difícil de controlar.”
O Exército, diz Alba Zaluar, controla todos os registros de armas e munições do país, porém não passa a informação para a polícia. “A Polícia Militar, por sua vez, e os policiais civis, também, podem comprar três armas a cada dois anos. Essas armas acabam sendo vendidas. Você tem um mercado aí que acaba sendo muito movimentado.”
Na avaliação da antropóloga, o fornecimento ilícito de armas é antigo. “Desde 1980, ouço falar de granada, fuzil e revólveres que sempre foram armamentos exclusivos das Forças Armadas. No regime militar, isso já ocorria.”
A antropóloga assinala que, além do controle dos traficantes sobre o território e os moradores das favelas, também há as milícias. “Elas só fazem uma coisa: controlam as armas. Não deixam entrar. Então, tem menos crime, tem menos homicídio. Menos crime de rua, mas eles mesmos são criminosos, exploram, cobram taxas para o negócio mobiliário, vendem gás mais caro, fazem um transporte alternativo que gera um caos na cidade.”
Alba Zaluar acredita que seja possível diminuir a violência nas cidades brasileiras, mas não acabar com o tráfico de drogas. “Não se acabou em lugar nenhum. É preciso fazer com que os traficantes abandonem a corrida armamentista. Deixem de lado a ideia de dominar território.”
Segundo ela, uma eventual descriminalização das drogas, que defende há 20 anos, só pode ser implementada após o desarmamento dos traficantes. “Tem que desarmá-los e depois dissolver a formação desses pequenos exércitos, ganhar essa molecada para fazer outra coisa. Mostrando para eles que há outros modelos”, avalia.
Fonte: Agência Brasil***
Marcadores: brasil, consciência humana, preconceito, rap, realidade, tá na hora
# posted by Werner Piana : 06:40
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25 Outubro 2009
o contrário a "nossa" elite...
BOM EXEMPLO
RICOS ALEMÃES
QUEREM
PAGAR IMPOSTO EXTRA
► Depois dizem que civilização não faz diferença... aqui, nas terras do capitalismo (ultra?)selvagem, isso JAMAIS aconteceria. Não com as elites que temos HOJE.
Mas os germanicos são diferentes. Via
BBC BRASIL:
Europa
Alemães ricos pedem ao governo para pagar mais impostos
A iniciativa poderia render 100 bilhões em dois anos
Um grupo de alemães ricos lançou uma petição sugerindo ao governo que cobre mais impostos dos cidadãos do país com mais dinheiro.
Eles dizem ter uma fortuna maior do que necessitam e que os recursos adicionais arrecadados poderiam financiar programas econômicos e sociais que ajudariam a Alemanha a se recuperar da crise financeira global.
O grupo calcula que o governo poderia arrecadar 100 bilhões de euros se os alemães mais ricos fossem taxados em 5% por dois anos.
A petição conta com 44 assinaturas e será apresentada à chanceler Angela Merkel.
Cédulas pelos ares
O grupo afirma que a crise mundial vem aumentando o desemprego e a desigualdade social e que simplesmente doar dinheiro não seria o bastante.
"O caminho para sair da crise deve ser pavimentado com enormes investimentos na ecologia, educação e justiça social", dizem eles na petição.
O líder da iniciativa, Dieter Lehmkuhl, disse ao jornal Tagesspiegel de Berlim que cerca de 2,2 milhões de pessoas na Alemanha possuem patrimônio de mais de 500 mil euros.
O grupo realizou uma manifestação em Berlim na quarta-feira para atrair publicidade para a proposta. Na ocasião, eles jogaram no ar cédulas falsas.
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► Já pensaram, nossos milionários empresários e políticos da oposição demo-tucana, fazendo tal proposta ao governo federal? Nem em sonho...
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Marcadores: Alemanha, brasil, impostos, ricos
# posted by Werner Piana : 10:58
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18 Outubro 2009
onde o vampiro põe os dentões...
PÉ FRIO INSUPERÁVEL...
Fora Serra, pé frio dos infernos
► Primeiro foi a secada no
CRUZEIRO na final da Libertadores, em pleno Mineirão.► Agora, secou o já não muito sortudo
RUBINHO hoje em Sampa, Interlagos.
Ontem, sem o vampirinho pé-frio presente, Rubinho deu show num dos mais emocionantes treinos da F1.
Rubinho mostrou enorme talento ontem na chuva. Com o maledetto vampiro "em campo" hoje, tudo deu errado: além das várias batidas que beneficiaram Button, Barrica teve o pneu furado próximo ao final da corrida...Tudo deu certo, foi perfeito: Rubinho em pole brilhante, Button nas filas finais do grid. Só muito azar mesmo pro Rubinho não levar a final para Abu-Dabi e com chance razoável de título. Não contamos com a pata gelada daquele que quer desgovernar nossso país. DEUS NOS LIVRE DESSE SERRA!
A verdade é inconteste: onde Zé Chirico SERRA está, a DERROTA é CERTA... Serra, pára de secar o BRASIL!
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Marcadores: button campeão 2009, interlagos, rubinho, serra pé-frio
# posted by Werner Piana : 15:51
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30 Setembro 2009
no Azenha, HONDURAS sob ditadura golpista
► DO
VI O MUNDO :
Latuff: Golpistas lá e aqui
Atualizado e Publicado em 30 de setembro de 2009 às 10:59

por Carlos Latuff
No caso de Roberto Micheletti renunciar e buscar asilo político, o Brasil poderia recebê-lo de braços abertos. Ou melhor, a imprensa brasileira. Quem sabe lhe arrumar um cargo de editor-chefe no Estadão, que em suas páginas tem culpabilizado a todos pelo golpe de estado em Honduras: Lula, Hugo Chaves, a diplomacia brasileira, o presidente deposto Manuel Zelaya. Menos os próprios golpistas, que aliás, para as rádios, jornais e TVs no Brasil, nem sequer são golpistas. Referem-se ao processo pelo qual Zelaya foi expulso como legítimo e constitucional.
Constitucional, a meu ver, foi o "impeachment"que afastou Fernando Collor da presidência, seguindo todo um trâmite legislativo. A menos, é claro, que a constituição hondurenha entenda como legítimo mandar soldados encapuçados invadir na calada da noite a residência de um presidente eleito, e sob a mira de fuzis, enfiá-lo num avião rumo a outro país.
Mas o que esperar da mídia brasileira que tem uma Folha de São Paulo, que emprestou seus veículos de reportagem para agentes da repressão, e que mais recentemente referiu-se a ditadura no Brasil como "Ditabranda"? Ou mesmo as Organizações Globo, cujo capo di tutti i capi Roberto Marinho, expandiu seus negócios graças ao apoio dado ao regime militar ? São os mesmos veículos que chamaram de "oposição" os golpistas que tentaram derrubar os governos eleitos de Hugo Chaves e Evo Morales.
A culpa pelo golpe em Honduras é de Manuel Zelaya, assim como a culpa pelo golpe no Chile provavelmente foi de Salvador Allende. Os militares e os civis que os comandam não tem culpa. Nunca tiveram. Sejam eles oficiais que torturaram e mataram presos políticos Brasil nos anos 60 e 70, ou mesmo policiais que torturam e matam nas favelas cariocas nos dias atuais. Assim como Berlusconi tenta reabilitar o fascismo quando disse que Mussolini "nunca matou ninguem" e que enviava seus opositores a "colônias de férias", a mídia brasileira tenta, com seus maneirismos, reabilitar as ditaduras.
São golpistas os que derrubaram Manuel Zelaya, como golpista também é a mídia brasileira, que tenta a todo custo nos convencer do contrário.
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# posted by Werner Piana : 12:25
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